Causas do sofrimento fetal na gestação e no parto

As consequências para o bebê do sofrimento fetal

Guiainfantil.com 10 de julho de 2015

O sofrimento fetal ocorre devido a uma alteração na troca de oxigênio entre o bebê e sua mãe através da placenta. Os médicos falam de sofrimento fetal quando vem, através do monitor, que a freqüência cardíaca do feto se altera durante o acompanhamento do parto. Quando um médico suspeita da existência da perda do bem-estar fetal, são tomadas medidas como, que a mãe mude de posição ou colocar oxigênio, mas se não houver resultados, então se extrai o mais rápido possível ao bebê.

Depois que ele nasceu, o teste de Apgar pode revelar o alcance dos danos que o sofrimento fetal ocorrido no bebê. Para evitar as graves consequências que tem a diminuição de oxigênio.

As causas do sofrimento fetal na gravidez

As causas que podem produzir uma alteração na troca de oxigênio entre o feto e sua mãe podem ser maternas, fetais, placenta, alterações, funiculares (cordão umbilical) e uterinas:

1. Causas maternas. Algumas afecções maternas, implica uma diminuição do aporte transplacentario de oxigênio. Estas condições podem ser:
Hipotensão arterial. Implica uma diminuição do fluxo de sangue arterial materno para a placenta e pode ser causada por uma hemorragia aguda durante a gravidez, a ingestão de medicamentos hipotensores ou por síndrome de decúbito dorsal, que ocorre pela compressão da veia cava inferior pelo útero gestante.
Hipóxia materna. Certas doenças cardíacas, anemia grave ou insuficiência respiratória podem fazer diminuir o fluxo placentário de oxigênio para o feto durante a gravidez.
Acidose materno. Ocorre nas gestantes com diabetes insulinodependientes, que se descompensan.
Hipertensão arterial. Tanto a hipertensão arterial crônica (HTA), hipertensão induzida pela gravidez, podem dar lugar a um crescimento intra-uterino retardado e sofrimento fetal.

2. Causas placental. Certas alterações da placenta (desde comida até placenta prévia), a atividade da enzima placentaria (envelhecimento da placenta durante a gravidez que se prolonga) e o descolamento placentário (o mais grave) podem resultar em sofrimento fetal.

3. Causas funiculares. Referem-Se ao cordão umbilical. A livre circulação de sangue do cordão umbilical é necessária para a manutenção de um intercâmbio metabólico adequado entre o feto e a mãe. Esta circulação pode ser alterada quando ocorre um nó verdadeiro, uma volta de cordão no pescoço do bebê ou a um de seus membros, ou quando existe um laço curto, o que dificulta a saída do bebê através do canal do parto.

4. Causas fetais. O sofrimento fetal ocorre porque a quantidade ou qualidade do sangue fetal que chega à placenta não é a adequada. Pode ser devido a uma anemia hemolítica fetal por incompatibilidade de Rh ou por ação direta de uma toxina (infecções, tóxicos ou radiações).

5. Causas uterinas. Um tumor ou uma malformação uterina também podem resultar em sofrimento fetal. É comum a síndrome do decúbito dorsal, que ocorre em algumas gestantes, quando adotam a posição de decúbito dorsal; o útero comprime a veia cava contra o abdômen (parte de trás) e dificulta o retorno venoso (sobretudo, no caso de útero volumoso), o que produz uma diminuição rápida do gasto cardíaco e hipotensão, que leva ao sofrimento fetal. É frequente no terceiro trimestre da gravidez.

Reacções fetais perante o sofrimento

Quando o feto não pode manter a sua homeostase, ocorre a lesão e morte celular. Dependendo do número de células afetadas, a lesão será maior ou menor. No processo de diminuição de troca de oxigênio entre a mãe e seu bebê podem-se distinguir três etapas:

Lesão reversível. É a mais frequente. A função celular é afetada, mas você pode restituir a função normal e não deixa seqüelas.
Lesão irreversível. Ocorre quando existe a morte celular de parénquimas, que não se regeneram. Ficam sequelas como lesões cerebrais.
Morte fetal ou neonatal. Quando a interrupção de oxigênio é intensa e duradoura produz uma lesão de parénquimas imprescindíveis para a vida, que tem como consequência a morte no útero ou horas depois do nascimento.

Marisol Novo.

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