Cardiopatias congênitas. Crianças com problemas de coração

Ajuda as crianças com problemas de coração

Amaya Saez Abogada31 de janeiro de 2018

Amaya Sáez, diretora da Fundação Pequenos Corações, uma fundação de ajuda a crianças com problemas de coração. Sua função abrange todos os aspectos, tanto psicológicos como sociais que possam afectar a estas famílias, a partir do momento em que eles descobrem que seu filho sofre de uma doença do coração. Os últimos avanços médicos para o tratamento das cardiopatias congênitas são os responsáveis de que a esperança de vida destas crianças atingido, 85 por cento.

As cardiopatias congênitas em bebês

O que é um sopro no coração?
É um ruído anormal do coração. Esse sopro pode ser funcional ou ser determinado por um defeito de nascimento no coração. Que um bebê tenha um sopro, não significa que sofra de uma doença. Há muitas crianças, que nas primeiras horas de vida, lhes diagnosticam um sopro e podem ter uma vida normal. Outra coisa diferente é que esse sopro resultar em uma doença, algo que se sabe ao realizar um eletrocardiograma e outros exames complementares, que podem justificar que existe um defeito de nascimento que tenha que ser operado ou necessite de outro tratamento. Na grande maioria dos casos, o sopro no coração costuma ser funcional e permite à criança fazer uma vida normal e, até mesmo, fazer esporte.

Qual é a diferença entre um sopro e uma arritmia cardíaca?
A arritmia cardíaca é uma mudança no ritmo normal do coração e pode ser um problema no sistema elétrico do coração, que se resolve com um marca-passo ou um desfibrilador. Não obstante, há de arritmias cardíacas, que não precisam de nenhum tratamento.

Quando é que se pode diagnosticar uma doença congênita em bebês?
Atualmente, quase 50 por cento dos casos de cardiopatias congênitas são diagnosticados no útero e o resto são diagnosticados nas primeiras horas de vida do recém-nascido.

Que sinais podem indicar aos pais que o seu filho tem um problema de coração?
Estas crianças tendem a se cansar mais o mamar do peito materno, suar mais que o normal, ou encontrar-se mais alterados. Não obstante, o melhor é consultar o seu pediatra.

Quais são os últimos avanços médicos em relação ao diagnóstico e tratamento de doenças congênitas?
O diagnóstico precoce útero tem sido um grande avanço. Nos últimos 20 anos, também se avançou muito nas técnicas de cirurgia cardíaca pediátrica e na questão dos transplantes. Quando a doença congênita é tão complexa que não pode ser operado, a alternativa é o transplante de coração. As técnicas de imagem para ver o coração por dentro é outro dos avanços mais importantes, que permitem que os cirurgiões pautar-se antes, durante e após a cirurgia. Antes o índice de sobrevivência de crianças com cardiopatias congênitas estava em torno de 10% e agora subiu até 85 por cento.

Quais são os tratamentos para bebês e crianças com cardiopatias congênitas?
Em alguns casos, o tratamento é medicamentoso, mas na maioria das doenças cardíacas, o tratamento é cirúrgico. O objetivo é tentar fazer com que esse coração se assemelha a um coração normal.

Quais são as expectativas de crianças que foram apreendidas?
Há que ter em conta que, se há 40 anos, nacías com uma doença complexa, não tinha solução. Entendemos que, atualmente, estas crianças operados vivem e têm uma boa qualidade de vida. O que não sabemos é como vai reagir o seu coração operado na idade adulta ou na velhice, porque agora existem muito poucos adultos com o coração operado na infância.

Qual é o tempo médio de espera de um menino para um transplante de coração?
Depende, desde logo, não há muitos corações. Vêm de filhos mortos em acidentes, em geral, e costumam esperar meses e até um ano. Todavia, no que respeita à espera, há que dizer que, graças ao coração artificial, estas crianças podem esperar sem risco. Ligados à máquina, que faz as funções de um coração, as crianças que antes não podiam esperar um transplante, agora podem ficar no hospital até que chegue o momento de sua intervenção, o que abriu uma nova porta para a esperança de vida destas crianças.

Você pode fazer esporte quando se sofre de uma doença do coração?
As crianças com cardiopatias congênitas têm que fazer esporte, um tipo de esporte adaptado. Os cardiologistas recomendam a prática esportiva para a integração de crianças com doenças cardíacas.

Você deve sobreproteger a crianças com doenças cardíacas?
O tema da sobreprotección o tratamos muito entre as famílias e os nossos psicólogos porque é preciso alcançar um equilíbrio. A criança deve tentar levar uma vida normal e colocar em seu lugar a doença, sem dar-lhe mais importância do que tem ou restársela. No seio familiar, quando há outros irmãos, é preferível tentar que haja poucas diferenças de tratamento para que a criança não se sinta diferente.

Quais são as autolimitaciones que devem ter em conta as crianças com cardiopatias em sua vida cotidiana?
As crianças devem estar integrados na escola e realizar suas atividades esportivas e de lazer de forma normal. Em cada caso, deve ser o cardiologista quem determina que tipo de esporte é o mais adequado. Desde a Fundação, tentamos promover os programas de adaptação curricular, dentro da atividade esportiva, para que não se sintam discriminados.

Marisol Novo.

14 de fevereiro. Dia mundial das cardiopatias congênitas

Promovido

O número de bebês e crianças que têm uma alergia tem crescido nos últimos anos.

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