7 ideias para educar os filhos com disciplina positiva

Qual modelo educacional, é preferível aplicar as crianças? Entre a severidade e a permissividade há um ponto médio em que se baseia a disciplina positiva e que a cada dia ganha mais adeptos. É uma abordagem de ensino com base no afeto e firmeza, mas tendo sempre em conta o respeito à criança.

A disciplina positiva estabelece regras e limites para a criança , mas contando sempre com a sua participação, fomentando a sua autonomia e eliminando os castigos tradicionais.

É possível conseguir a obediência com a disciplina positiva

Os especialistas neste modelo de educação dizem que quando as crianças são levados em conta para fixar limites se mostram mais dispostos e colaboradores. Claro que há regras em que a criança não deve interferir como as de sua sobrevivência e que sempre a última palavra terão os pais.

Como comunicar através de disciplina positiva

No Guiainfantil.com damos-lhe alguns exemplos sobre como aplicar a disciplina positiva para fixar limites e regras e fazê-las cumprir-se através da comunicação e o diálogo.

1 – Empatia: Quando você entrar na pele de seu filho é mais fácil ouvi-lo. Você deve ensinar a negociar a teu filho, por exemplo: “você tem 2 horas de parque se você fizer a tarefa”. Seu filho também pode participar, mediante a negociação: “mas você me dá uma meia hora para descansar depois de chegar da escola e depois faço a tarefa?” E assim se vai dando a sua participação.

2 – ajude-o a pensar: “por que você acha que isso é ruim para você?” E a mesma criança pode elaborar uma resposta.

3 – Dê o exemplo: As crianças fixa, sempre que o comportamento dos pais. Pode dizer em voz alta: “vou descansar meia hora antes de trabalhar no computador”. Quando se cumpram você deve parar e anunciá-lo, que ele se dê conta de que cumpre os seus compromissos.

4 – Firmeza na hora de fixar limites: Faça-o se sentir importante, mas lembrando-se das regras “você se lembra quanto tempo nós concordamos que descansarías?”

5 – Encontra-se com sua criança: Se a criança não cumpriu com a regra fixada para corrigir uma má ação se pergunta: “você se lembra do nosso acordo? em que consistia? o que aconteceu com o que concordamos? o que você vai fazer para remediá-lo?” Sempre faça sentir a criança que você deve cuidar de seu comportamento. Assim você estará dando a responsabilidade sobre seus atos.

6 – Critica a ação e não a ele: Não generalices diante de seus comportamentos: “é que você é muito rude, você é mal educado, você é um menino mau”. Frases desse tipo só conseguirão se torne isso que você diz e que se identifique com estas palavras. Refere-se à ação: “você foi rude com essa pessoa, você se sentiria melhor se desculpa com ela.”

7 – se concentre no positivo do seu filho: Igualmente reconhece a ação e não a pessoa. “Você fez muito bem o seu trabalho, parabéns”. Evite frases do tipo: “você é uma boa menina, você é a melhor”, etc. Só conseguirá rótulos confusos porque as ações das crianças não são constantemente boas ou más, e é importante lembrar o momento exato em que o fez bem e quando o fez mal.

De acordo com a disciplina positiva dos castigos convencionais não são bons no longo prazo porque geram ressentimento e revolta, já que não conseguem se conectar com as necessidades de pais e filhos, não se dá importância às suas necessidades e, finalmente, não cumprem o objetivo de ensinar valores para a vida.

Então, se queres que te ouçam, ouve, se quiser partir, eu sei simpático, se você quer respeito, respeita, e se quiser um lar em paz, é mais positivo na hora de criar.

Leave a Reply